segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Mãos em ação



  Cuidado mãozinha no que pega. Cuidado mãozinha no que pega. O Salvador do céu está olhando pra você. Cuidado mãozinha no que pega♪♫ Essa música de escolinha dominical já fez parte da vida de muitas pessoas na sua mais tenra infância. Quem nunca olhou para as suas mãos e pensou: “Deus está olhando para o que você pega, tome cuidado!!!”. Mesmo não concordando muito com essa letra que coloca o Senhor em uma posição de juiz perverso que está esperando apenas um erro nosso para nos julgar e condenar; gosto da frase: “cuidado mãozinha.”
   As nossas mãos tem um papel muito importante em nosso corpo. Com elas levamos a comida até a nossa boca, nos despedimos de alguém que amamos, coçamos as nossas costas, fechamos um importante contrato no trabalho, julgamos alguém ou livramos alguém de uma acusação. Com as nossas mãos, damos vidas as nossas palavras, com um milhão de gestos que complementam o nosso falar. Também escrevemos um belo poema de amor ou até mesmo uma carta de demissão.   Realmente, as mãos são uma parte muito importante de nosso corpo, sem elas a vida não seria impossível, todavia seria mais intensa do que o normal.
    As mãos podem ser um canal de bênção, quando estendemos as nossas mãos aos céus e clamamos ao Senhor. Contudo, as mãos também podem causar grande dor e maldição. Com as mãos, Judas pode ter consolidado o acordo que levou Jesus à cruz. Com as mãos, Moisés em um grande ato de fé levantou o seu cajado e feriu as águas e elas se abriram. Com as mãos, Dalila cortou os cabelos de Sansão enquanto dormia e o entregou aos filisteus. Com as mãos pregadas em uma cruz, Jesus derramou todo o seu ser para que toda a humanidade pudesse ter liberdade de corpo, alma e espírito.
  Hoje, vemos jovens portando armas com grande orgulho. Vemos crianças deixadas sozinhas, tendo que caminhar por conta própria em um mundo maligno e corrompido. Vemos casais separados, cada um para o seu lado, com as suas necessidades e desejos individualistas. A mão que outrora era abençoadora e cheia de vida, hoje, porta maldição e divisão. Se pararmos para observar o que as pessoas andam carregando em suas mãos vamos ter uma grande surpresa: armas, drogas, dinheiro ilícito, pornografia...
  Cuidado mãozinha o que pega. As nossas mãos foram desenhadas pelo nosso Deus para abençoar, acalentar, consolidar, batalhar, segurar... Cada parte de nosso corpo tem uma função única descrita pelo nosso Criador. Que o Espírito Santo nos dê sabedoria para utilizar esse santuário que não nos pertence, mas que recebemos como presente de Deus, para Sua honra e glória...

Autor: Gabriel Fernandes

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Você está sendo vigiado!!!


  Um famoso reality show deu as caras novamente na telinha brasileira, com novos participantes e as mesmas baixarias de sempre.  A maioria da sociedade se acomoda diante de sua televisão para acompanhar a progressão de cada novo dia na casa mais vigiada do Brasil. Bem, o que falar de algo que é tão depreciativo e baixo? Que coloca o ser humano no mesmo patamar de um animal em um zoológico? Sendo vigiado pela maioria da população que deixa se envenenar com o vírus da massificação da mídia atual?
  Na realidade todos nós vivemos em um grande reality show. Não sabia? O Espírito Santo de Deus está te acompanhando desde seu nascimento, acompanha cada passo, cada pensamento, vontades, sofrimentos e alegrias. 
 O Espírito Santo tem sido o nosso principal telespectador há anos, todavia Ele não assiste somente, Ele tem prazer em nos ajudar e nos fazer seguir o melhor caminho.
Fico agradecido de saber que Ele está ao meu lado em todo o tempo. Mesmo sabendo que sou tão falho e pecador, Ele me ama com amor incondicional, não mereço esse amor que tudo suportou e suporta por mim. Ele é o nosso verdadeiro grande auxiliador, e por que não o nosso grande irmão (Big Brother)? Que em tudo nos ajuda e acompanha.
Perdemos tanto tempo em coisas vazias e mundanas. Honramos tanto esse mundo e esquecemos de focalizar o nosso tempo em nosso verdadeiro alvo. Como somos pequenos e limitados. 
Como somos religiosos e fariseus. Necessitamos renovar a nossa mente em Cristo Jesus, e viver a verdadeira liberdade...
  O mundo só nos oferece alimentos podres e contaminados, que nos causa dor e morte.  A sociedade está sofrendo as dores de viver uma vida de libertinagem e prazeres incontroláveis.
Vivemos em um século sem limites, onde tudo é permito e certo. Deixamos nossa mente desprotegida e cegamente nos prostramos diante de algo carnal e oco, como o caso desse famoso reality.
   O preço de nossa vida foi muito alto, foi um preço de sangue e cruz. O que estamos fazendo com a coroa de liberdade que recebemos de nosso Salvador? Será que o mundo esqueceu-se das verdadeiras maravilhas e querem voltar à escravidão do Egito? Que os nossos olhos sejam abertos. O nosso Senhor está ao nosso lado em todo o tempo. Será que temos dado bom testemunho? Será que temos alegrado o seu coração? Ou estamos no paredão?
"Porventura sou eu Deus de perto, diz o SENHOR, e não também Deus de longe? Esconder-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? diz o SENHOR. Porventura não encho eu os céus e a terra? diz o SENHOR" Jeremias 23:23-24


Autor: Gabriel Fernandes

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

"Eu acordei do coma"

Uma parte importante da vida de Bianca Toledo, o nascimento e os primeiros dias de seu único filho, está perdida. A cantora gospel de 32 anos não acompanhou a chegada do bebê porque travava ela própria uma luta pela vida. Durante 52 dias, esteve internada em coma e em estado grave.


Trabalho de parto 

Com 36 semanas de gravidez, Bianca sentiu fortes dores abdominais, pegou a mala da maternidade e correu para o hospital. Levou um susto quando os médicos informaram que ela não estava em trabalho de parto. Algo estava errado. A decisão pela cesárea foi feita às pressas, já que seu estado de saúde piorava rapidamente.
Ao entrar na sala de cirurgia a cantora já estava entubada e inconsciente, e entrou em choque assim que o bebê nasceu. Seu intestino havia rompido e o líquido fecal se espalhado pelo abdome, situação gravíssima e com baixos índices de recuperação. Seu estado de saúde era complexo.
“Todos os meus sistemas estavam falidos, meus rins pararam de funcionar e eu fazia hemodiálise diariamente”, relata. Bianca entrou em coma.
Para tentar salvá-la, foram 10 cirurgias de lavagem do abdome. Em paralelo, ela teve duas paradas cardíacas, uma delas com a duração de seis minutos. “Posso dizer que durante esse tempo eu morri. Mas resolvi voltar a viver”, acredita.
Quando parecia se recuperar, passou a ter problemas de coagulação e precisou, ao todo, de 300 transfusões de sangue. O marido, familiares e amigos fizeram uma campanha na internet para incentivar a doação. Aproveitaram também para pedir orações que pareciam, naquele momento, a única esperança. “Até os médicos duvidaram que eu sobreviveria”, conta.
O quadro já era delicado quando os médicos anunciaram que ela passaria por mais uma operação, desta vez no pulmão. Durante o procedimento, contraiu a superbactéria Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC), causadora de uma das mais resistentes e fatais infecções hospitalares.

A volta
  
O coma é um estado de alteração do nível de consciência. O grau de interação com o ambiente e com si mesmo reduz de acordo com a gravidade do quadro. “A pessoa não responde aos estímulos externos. O córtex, região do cérebro que nos dá consciência e reage aos comandos, está inibido. A pessoa não consegue estabelecer conexão com o mundo”, explica Douglas Ferrari, presidente da Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva (SOBRATI).

 Atualmente, os médicos utilizam a chamada escala Glasgow, criada em 1974 por cientistas escoceses, para definir a gravidade do paciente. Casos muito graves correspondem a 3 pontos e o estado normal, a 15 pontos.
“O coma é uma agressão ao sistema nervoso central que faz com que as funções de manutenção de vigília diminuam”, explica o neurologista do Hospital São Luiz, Álvaro Pentagna.
As causas que levam alguém a esse estado são essenciais para a recuperação – ou não – da consciência.
“Se foi um trauma, um acidente, as chances são maiores no período de um ano. No entanto, em casos não-traumáticos, esse tempo gira em torno de três meses”, relata o médico.
Próximo ao fim desse período, no 52º dia de internação, em dezembro de 2010, cercada por aparelhos, Bianca acordou.
Aos poucos, abriu os olhos. Estava com os músculos comprometidos e não conseguia se mexer. Não podia falar, pois ainda estava entubada, os rins não funcionavam sozinhos, o abdome precisava de atenção constante e ela havia perdido os cabelos por conta da grande quantidade de medicamentos.
“Estar lúcida sabendo que você pode estar morrendo é uma experiência inexplicável. O ambiente do Centro de Terapia Intensiva é paralelo, não dá para saber se é dia ou noite. Eu só conseguia abrir e fechar os olhos e nesse primeiro momento não havia ninguém comigo”, recorda.
“Quando recebia visitas, conseguia compreender as pessoas, mas não conseguia interagir. As pessoas conversavam comigo sem saber se eu estava ouvindo mesmo ou não, se estava entendendo ou não”, lembra.
A recuperação foi gradual. No início, Bianca conseguiu fazer-se entender apenas piscando os olhos. Depois passou a mexer sutilmente um dos dedos. Os familiares, muito atentos, foram os primeiros a notar o progresso.
O tempo de coma também é um fator decisivo para a saúde do paciente e sua recuperação. “Quanto mais a pessoa ficar nesse estado, maior a lesão no cérebro e menores são as chances de sair dele”, alerta Bernardo Liberato, neurologista do hospital Copa D´Or e membro da Academia Brasileira de Neurologia.

Uma nova vida

 Sair do estado de coma também não acontece de forma instantânea ou repentina. “Ninguém acorda do dia para a noite”, relata Ferrari. A pessoa esboça um pequeno sinal um dia, depois outro. A evolução pode levar semanas e não deve ser confundida com movimentos involuntários.
“Exames clínicos e de imagem poderão determinar a condição do paciente. O médico vai avaliar se há abertura ocular, resposta verbal, emissão de ruídos, resposta motora ou resposta a estímulo visual ou físico. O eletroencefalograma também ajuda nesse momento a verificar o funcionamento do cérebro”, relata Pentagna.
“Depois de um tempo, meus familiares pediram para que eu piscasse uma vez quando a resposta fosse 'sim' ou duas vezes quando quisesse expressar 'não'. Aos poucos, consegui mexer o dedo melhor e apontava as letras numa placa. Comecei a formar frases. Dizer o que eu achava importante foi realmente incrível”, relembra Bianca.
O organismo passou a responder significativamente bem e a fisioterapia diária trouxe mais mobilidade a braços e pernas. O primeiro passo foi respirar sozinha, em seguida, a traqueostomia foi retirada.
“Os médicos acreditavam que a minha voz nunca mais seria a mesma. Eu pensei que se havia vencido essa batalha, poderia vencer outra. Minha voz ficou diferente por causa da laringe, mas não abri mão da possibilidade de cantar e estou melhorando”, afirma. Quase recuperada e prestes a ir para casa, a insuficiência renal parecia ser a única sequela que ela carregaria. Um dia antes de ter alta, porém, os rins voltaram a funcionar. “Eu tinha muita fé de que isso ia acontecer”, diz.
No dia 18 de fevereiro, quase dois meses depois de acordar do coma, a cantora saiu do hospital lentamente, apoiada, pois ainda estava fraca e com grande comprometimento muscular. Mas finalmente parecia ter vencido a morte.

 Lembranças de ontem e de hoje

 Dos dias que ficou em coma, Bianca diz se lembrar de alguns momentos, que prefere chamar de sonhos. “Era como se vivenciasse tudo em outra dimensão. Lembro de ouvir música gospel, louvores, e que isso me trazia serenidade. Também recordo da visita de um parente, que me pediu perdão.”
Quando acordou, Bianca percebeu que um iPod tocava uma seleção de música desse estilo ao lado da cama e, ao reencontrar o familiar, disse-lhe que estava em paz por tê-lo perdoado.

 “Ele chorou muito e disse que havia feito o pedido em uma das visitas. É possível processar sentimentos mesmo estando inconsciente”, acredita. Para os médicos, essa ainda é uma área nebulosa e divergente, embora existam diversos relatos de pacientes que dizem interagir, ainda que minimamente, com o meio.
Entre todas as recordações e sentimentos ligados à experiência do coma, o mais emocionante foi o primeiro encontro de Bianca com o filho. Na época em que saiu do hospital, em fevereiro deste ano, seu bebê já estava com cinco meses.
“Foi estranho, mas maravilhoso. Ele já era um bebê grande. Olhou pra mim, bem para os meus olhos... e sorriu. Foi uma surpresa. Devagar, estamos fortalecendo nosso vínculo”, relata.
Agora, Bianca está lançando um livro sobre sua trajetória chamado “A História de um Milagre” (Editora Reino Editorial), que chega às lojas no dia 15 de dezembro.
“Eu preciso dizer que existe esperança, que é possível superar esse momento”, enfatiza.
"Mesmo que os médicos digam o contrário."

Fonte:  http://saude.ig.com.br/minhasaude/eu-acordei-do-coma/n1597388613474.html
Site da Bianca Toledo: http://www.biancatoledo.com.br/

O efeito Peter Pan


  Viver uma vida loucamente... Quem nunca imaginou uma vida sem barreiras, com paixões latentes e verdadeiras aventuras? Parece uma sinopse de filme de ação, não é? Mas, todos uma vez na vida, já pensaram em viver dentro desses filmes. A vida é muito dura e cruel, quando idealizamos deixamos essa realidade crua e nua de lado e nos transportamos para um novo patamar, o da imaginação.
  Mas, não há nenhum Peter Pan entre nós que possa permanecer no mundo dos sonhos para sempre, tudo na nossa vida nos cobra um posicionamento. A hora de crescer chega para todos nesse mundo. E é nessa hora que muitas pessoas perdem a cabeça, afinal, como enfrentar o mundo e seus desafios constantes? Estamos sozinhos e desprotegidos? E agora quem poderá nos defender?
  Tudo no mundo, muda constantemente. Nada é igual. Em todas as estações temos uma nova tendência na moda, em um curto período de tempo novas tecnologias são lançadas no mercado, novos filmes estreiam, novos cantores aparecem; tudo está em constante transformação.  A única coisa que não passa, não pode mudar é a palavra de Deus, que é fiel e digna de toda aceitação. Que nos promete coisas maravilhosas, presentes que não somos dignos de receber, mas por graça imerecida nos tornamos dignos.
  Muitas pessoas nesse século, vivem o efeito Peter Pan, ou seja, não querem dar passos em sua vida (espiritual, financeira, profissional, emocional, etc) com medo de não conseguir alcançar o alvo. Assim, o medo de crescer faz com que fiquem acomodados em uma vida limitada e até mesmo vazia.  Para todos os "Peter Pan", a palavra de Deus, deixa um grande incentivo: “Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem” (Salmos 23:4)
  Ter medo não é errado, o errado é deixar que o medo te paralise e acomode. Precisamos estar firmes nas promessas de Deus para a nossa vida, ELE ESTÁ CONOSCO. Se passarmos pelo fogo, é promessa de Deus que não vamos nos queimar. Se passarmos pelas muitas águas, é promessa de Deus que não vamos nos afogar. O Senhor está ao nosso lado, e nada pode nos fazer parar!!!

Autor: Gabriel Fernandes



terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O bezerro de ouro moderno

Hoje, li uma frase que me deixou muito desconcertado e até meio tonto: “ Viva à idolatria!!”. Você não leu errado, estava escrito com todas essas letras, juro que fiquei perplexo e que meu coração congelou. Bem, pensei que poderia ser alguma forma de sarcasmo, porém o que constatei era que a pessoa que escreveu isso demonstrava que estava consciente de todas as suas palavras e seus significados.
O mundo está caminhando para o seu declínio total, e isso faz meu coração apertar. Quando caminho na rua vejo quanta maldade e desigualdade há em nossa geração. O amor de muitos esfriou, vivemos em um vasto inverno glacial no mundo espiritual. O nosso inimigo não mais se camufla como fazia, hoje, ele se apresenta abertamente. Muitas pessoas se sujeitam ao prazer incalculável desse mundo e perdem totalmente o seu direito de vida eterna.
Com todas as tecnologias, vemos famílias que possuem grandes e eficazes computadores, internet muito rápida, mas um afastamento pessoal, a desvalorização de algo que foi criado por Deus. Vemos crianças e adolescentes em sua mais tenra idade, se prostrando aos viciantes prazeres carnais, graças a diversas janelas abertas em sua tela de computador. O prazer desse século se tornou um deus, e todos os seus seguidores o idolatram cegamente; assim também como o deus dinheiro, o deus mentira e tantos outros que dominam esse século.
A palavra idolatria ( herda dos radicais gregos eidolon + latreia, que significa respectivamente “corpo” e “adoração”, neste sentido representaria mais uma adoração às aparências corporais do que de imagens simplesmente) tem antepassados que nos revelam grandes afastamentos da presença de Deus, como o caso da idolatria ao bezerro de ouro no velho testamento. Todo o povo sofreu com aquele tolo ato de adorar à um deus oco e vazio, que nada podia fazer.
Todo o ser humano nasce com uma grande identidade de adorador. Fomos criados para louvar ao nosso maravilhoso e grandioso Deus de amor. Mas, em contato com as artimanhas hipnotizadoras do maligno nesse século passamos a nos prostrar diante de coisas corruptíveis e assim, tiramos Deus de seu lugar de honra para dar lugar ao nosso próprio “eu” e suas necessidades egocêntricas.
Não posso pensar na idolatria como algo bom e saudável como essa pessoa deu a entender com sua pequena frase rotineira. Tudo que tira Deus de onde Ele é o Rei e Senhor é algo que quero abominar e distanciar do meu ser. Quantas pessoas estão morrendo, vendendo seus filhos, se prostituindo, matando por causa da idolatria ao dinheiro; Quantas pessoas estão vagando por sites de prostituição e pornografia para satisfazer o deus prazer que comanda as suas vidas? Viva à idolatria? Não posso “engolir” esse pensamento, pois estaria concordando com inúmeros erros que abrangem esse século perdido. Que a graça do Senhor esteja inundando essa geração e que aja cura e libertação para todos nós!!! 
Autor: Gabriel Fernandes
Montagem: Gabriel Fernandes


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Fatos não dados



Estava mergulhado nas atualizações do Facebook quando algo me tocou, me despertou de meu torpor e acomodação. Algo que não esperava, ou melhor, não queria abrir os meus olhos e meu entendimento para essa dura e triste realidade de nosso país, afinal, estamos tão imergidos em nosso "mundinho" do Facebook que prestamos atenção em poucas coisas que estão acontecendo bem perto de onde moramos.

Um grupo de pessoas solidárias e doadoras fizeram uma grande e bela ação em um bairro carente do Rio de Janeiro, levando roupas, brinquedos e muiiiiita alegria para pessoas massacradas por uma realidade dura e cruel. Mas, isso não foi o que chamou minha atenção, o que fez com que eu despertasse de minha ociosidade foi a foto de uma menina muito pequena com as roupas um pouco rasgadas, segurando seu humilde chinelo na mão e com uma aparência suja e desleixada. Aquela foto despertou algo em mim, porém continuei visualizando as fotos e postagens de meus "amigos" no Facebook. Para minha surpresa ( melhor dizendo, fiquei chocado com tamanha coincidência), logo abaixo da foto dessa garota humilde e sem nenhum cuidado, estava a foto de outra pequena menina, todavia essa exibia seu novo e caro brinquedo em uma das mãos, na outra segurava um copo de um fastfood muito conhecido e ainda portava em seu arrumado e brilhoso cabelo uma bela coroa de princesa. Em meu interior houve um grande choque cultural, parecia que estava observando duas crianças de mundos diferentes, quando na realidade as duas moram no mesmo país e bem próximo uma da outra. 

Como deixei passar essa realidade diante de meus olhos? Estava mergulhado demais em meio narcisismo espiritual e material? O que descobri foi que na realidade não só eu, mas toda a grande maioria da população, não sabe e não se sente confortável ao saber de tamanha injustiça. Duas crianças, mas duas realidades tão distantes. 

Fiquei parado por um bom tempo diante daquela irônica imagem. Descobri que amar o próximo é um grande e difícil desafio.  Amar requer sacrifício e renúncia. Quem quer conviver com uma realidade tão pesada e miserável? Afinal, somos influenciados a pensar em um mundo de luxos e corpos sarados como a mídia vende. Deixamos que esse século cauterize a nossa mente com falsos desejos individualistas e ególatras, e esquecemos assim do nosso próximo… de Deus…
O que essa simples imagem de desigualdade passou para minha vida foi algo tremendo, sou mais do que um computador novo, um celular super tecnológico ou uma roupa caríssima. Eu sou um ser humano, criado por Deus, que partilha a mesma humanidade com milhões de pessoas na face da terra e, por esse motivo, eu me sinto incomodado de não fazer nada por outras pessoas. Apesar de todas as diferenças que possam haver entre os seres humanos, todos fazemos parte de uma mesma espécie. Precisamos amar o nosso próximo como a nós mesmos. Precisamos nos aproximar de nosso criador, afinal de contas, quanto mais longe Dele, mais o nosso senso moral é arrancado; e assim nós tornamos frios e acomodados perante os males de nossa geração.

 
Autor: Gabriel Fernandes
Montagem: Gabriel Fernandes

Ter ou não ter Deus na vida: eis a questão.


 Os alicerces são a base de todas as casas, tendo, por essa razão, uma grande importância. A função primordial de um alicerce é dar solidez e transmitir para o terreno todo o peso da casa. O alicerce é a estabilidade principal de toda boa construção.

Uma famosa história que exemplifica muito bem a função do alicerce é "Os três porquinhos." Bem, você deve estar se perguntando o que isso tem haver com o assunto, porém, por meio desse simples conto infantil poderemos entender alguns princípios que vão nos ajudar em nossa caminhada nesse novo ano que se iniciou.

Para resumir a história, três porquinhos tinham a missão de construir suas novas habitações. Cada um teve a opção de escolher o material que iria utilizar. O primeiro escolheu a palha, o segundo escolheu a madeira e o terceiro a pedra. Não preciso nem contar quem se prejudicou com sua escolha insensata. O terceiro porquinho teve uma grande inspiração bíblica: "Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelha-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; e desceu a chuva, e correram os rios, e assopraram os ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha." (Mateus 7: 24-25)

Viver sem Cristo, sem Deus, é o mesmo que viver sem esperança. É morar em uma casa sem alicerce, construída sobre a areia; estar a mercê de qualquer vento, estar prestes a ruir e acabar. O fato de grande  parte da humanidade viver sem Deus, diz o apóstolo Paulo, é a razão do curso degradante da imoralidade sexual, da impureza e libertinagem, da idolatria e feitiçaria, do ódio, discórdia, ciúmes, inveja, embriaguez, orgias, corrupções e coisas semelhantes.  Sem Deus como alicerce de nossa vida, não conseguiremos ficar em pé em meio aos ventos influenciadores desse século.

Em Efésios 2. 11-22, Paulo, diz que aqueles que se convertem e passam a viver com Deus já não são mais estrangeiros e forasteiros, mas concidadãos dos santos e membros da família de Deus, edificados sobre os fundamentos dos apóstolos e dos profetas, tendo Jesus Cristo como pedra angular, como alicerce. Já o Salmo 1 diz que o homem com Deus na vida é semelhante a uma árvore plantada à beira de águas correntes– vivo, verdejante e frutífero, enquanto o homem sem Deus é como palha levada pelo vento– inútil e perdido por aí.

Autor: Gabriel Fernandes
Fonte de pesquisa: Presente Diário (Rádio trans mundial)