quarta-feira, 23 de julho de 2014

Felizes para sempre?


Quem nunca idealizou viver em um mágico mundo encantado da Disney? Acho que todos já mergulharam seus pensamentos nesses utópicos sonhos. Apesar de a maioria da histórias terem um final feliz, na vida real nem sempre é desse jeito.

O artista Jeff Hongos criou um Tumblr que mostram um lado diferente dos finais felizes de alguns personagens que são afetados pelos contextos sociais, políticos, econômicos e ambientais do mundo real. Desejando trazer os ideais dos contos de fadas  para o mundo real , o artista, falou sobre a importância desse projeto: "A ideia surgiu na minha cabeça para colocar princesas da Disney em ambientes que eles não estariam associados. Quando comecei a colocar outros personagens, percebi uma série de questões sociais que são sempre importantes para mim e poderiam ser tecidas também."








               Princesas Falidas: Um novo conto de fadas?




Outra artista que vem abalando o mundo de conto de fadas com um toque de realidade é a fotógrafa Dina Goldstein, ela adora transformar personagens fictícios em pessoas reais. Dessa vez, ela se inspirou na história das princesas da Disney para o projeto "Fallen Princess". Nele, cada personagem aparece em uma cena do cotidiano, possíveis de acontecer com qualquer pessoa, como a Branca de Neve, que vive a dura realidade de cuidar de sua casa e dos filhos, enquanto seu príncipe preguiçoso descansa no sofá da sala.






Fonte de pesquisa:  http://www.tudointeressante.com.br/2014/05/como-seria-a-realidade-de-alguns-personagens-da-disney-no-mundo-real.html
http://www.pheeno.com.br/94834/lifestyle/artista-transforma-princesas-da-disney-em-pessoas-reais


Heróis também envelhecem! E agora quem poderá nos defender?



Quem nunca sonhou em ser um super-herói? Ter maravilhosos e fantásticos poderes especiais? Transformar a vida da sociedade para melhor? Bem, esse é o sonho de consumo de muitos em todo o mundo. Contudo, a fotógrafa grega Lina Manousogiannaki encontrou uma forma irônica para retratar a crise econômica que assola vários países mundo a fora, sobretudo o seu. Em seu trabalho "Superheroes gone old", Batman é flagrado com uma arma apontada para a sua cabeça na borda de uma piscina vazia, Capitão e Sra. América tomam drinques num balcão e um preguiçoso Homem-Aranha tira um cochilo no sofá. Todos eles bem distantes de suas eternas boas formas desfiladas em filmes e quadrinhos. 

Ao justificar a série, Lina afirma que muito mais do que a inevitabilidade da velhice, estes super-heróis envelhecidos servem como lembretes do decadente sistema político grego, o qual autoridades e pessoas da geração de seus pais têm sido relutantes ou incapazes de mudar: "A série foi concebida como uma homenagem à geração dos meus pais, bem como aos nossos políticos. Eles fingiam ser heróis desde a queda da junta militar (em 1974), mas o tempo foi implacável com eles. Meus heróis são velhos e  têm medo de tudo o que não podem controlar", escreveu ela sobre a obra.

Heróis também envelhecem... Essa é a mensagem que devemos passar nessa geração, tudo não passa de uma pequena passagem por essa terra. Não somos eternos, nada nesse mundo é. A nossa única certeza, que é imutável, é que nascemos para morrer. Somos reféns dessa verdade, o resto é apenas história....   

Fonte de pesquisa: http://ela.oglobo.globo.com/blogs/catavento/posts/2014/07/22/herois-tambem-envelhecem-543411.asp?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O%20Globo











 

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Aqui somos todos iguais!



Em um mundo com mais de sete bilhões de pessoas, há uma grande diversidade, seja nos pensamentos, jeitos, crenças, culturas, etnias, etc. A diferença é mais abrangente em nossa espécie do que a igualdade, afinal, somos seres individuais dentro de nichos coletivos.


Contudo, passando por um lugar muito conhecido em todo o mundo e por todos os povos, pude ler uma frase que chamou muito minha atenção: “Aqui somos todos iguais!”, e esse lugar era o cemitério. Do pó fomos formados e para o pó voltaremos. Essa é uma realidade chocante, não é?


Agimos como seres eternos, autosuficientes, que tem todo o domínio sobre o tempo e o mundo. Mas, na realidade, a cada dia estamos caminhando para essa igualdade que é a morte. No cemitério não existe beleza, riqueza, estereótipos, cargos, nada desse gênero. Voltamos a ser a matéria-prima de nossa criação: o pó. Tudo acaba: as riquezas são deixadas para trás, os títulos são passados para outros profissionais melhores e mais cedo do que pensamos, nos tornamos apenas uma lembrança do passado...


Somos seres tão ególatras, individualistas por egoísmo, achamos que temos uma soberania que é tão ilusória e vazia... Onde estarão os racismos, genocídios, superioridades quando a morte chegar? Onde o negro, o branco, o asiático, o brasileiro, o americano, e outras tantas divisões e categorias que ousamos colocar dentro de nossa espécie estarão diante da morte?


Aqui somos todos iguais! Essa é a grande realidade da vida natural, ninguém pode escapar dela, esse é o fim. Todavia, a nossa esperança está naquele que venceu a morte por todos nós e por um verdadeiro e vivo sacrifício também nos fez iguais por meio de seu maravilhoso sangue. Somos todos iguais em Cristo Jesus, lavados e remidos pela misericórdia de seu infinito amor. Temos uma vida eterna pela frente, nessa igualdade sacrificial que nos salvou de todo o pecado e da morte. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? (ICO 15:55)

Autor: Gabriel Fernandes

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Brasil sem brasileiros...



O Brasil, país do futebol, que caminhava rumo ao hexacampeonato, foi goleado de lavada pela Alemanha, nessa terça-feira (08/07/2014). Qual brasileiro não perdeu o fôlego com o placar final: 7 x 1. Realmente, foi um desespero para todos os que estavam esperançosos para reerguer pela sexta vez a taça de campeão do mundo. Posso te falar uma coisinha? Isso não é o fim do mundo!!!


O Brasil é um país extenso em território, excelente em várias frentes, contudo temos um déficit na educação, na saúde e principalmente na justiça. Somos um gigante, porém temos atitudes muitos pequenas, que não ousam transformar os nossos problemas em soluções práticas e eficazes. O brasileiro tem um jeito especial, um carisma natural, uma alegria que é uma identidade forte em nossa nação, contudo somos passivos demais, rejeitamos a nossa cidadania... Nosso patriotismo vem de quatro em quatro anos...


A maior vergonha não é perder uma Copa do Mundo em nossa casa! Vergonhoso é saber que existem milhões de brasileiros que não sabem o Hino Nacional, desconhecem quem são os nativos verdadeiros de nossa terra e nem imaginam uma explicação lógica para as “estrelinhas” em nossa bandeira.  Isso é uma vergonha! A Copa vai voltar, teremos novas oportunidades de conseguir esse título tão “importante”(?) para o Brasil. O que não volta é a educação de qualidade que não estamos oferecendo para as nossas crianças, a saúde eficaz para aqueles que estão prostrados pelos corredores de hospitais, o dinheiro que foi desviado por milhares de políticos corruptos dentro do governo...


Um Brasil, sem brasileiros... Que apenas vestem a camisa do Brasil na Copa. Que brigam e choram por gols perdidos. Que não parecem se importar verdadeiramente com o que passa pelo nosso território. Todos nós fazemos parte disso... Onde estão os brasileiros, que lutam, que oram, que fazem a diferença?


Mais do que mais uma estrela bordada na camisa da seleção, reconhecendo um grande título mundial, o Brasil, precisa de apaixonados pela nação. A mudança não começa pelo governo, como todos pensam. Começa pela mudança de nossa mentalidade, nós somos o Brasil. Será que precisaremos importar pessoas de outros países para fazerem o nosso papel? Nós temos o poder da mudança, mas isso só vai começar quando entendermos o valor de quem nós somos, o valor de nossa terra e assim tornaremos o Brasil um país de verdadeiros brasileiros...

 "Por amor de Sião (Brasil) não me calarei, e por amor de Jerusalém não me aquietarei, até que saia a sua justiça como um resplendor, e a sua salvação como uma tocha acesa. E os gentios verão a sua justiça, e todos os reis a sua glória; e chamar-te-ão por um novo nome, que a boca do Senhor designará. Nunca mais te chamarão: Desamparada, nem a tua terra se denominará: Assolada; mas chamar-te-ão: O meu prazer está nela, e à tua terra: A casada; porque o Senhor se agrada de ti o teu Deus" Isaías 62: 1-4   

Por amor de Sião não me calarei, e por amor de Jerusalém não me aquietarei, até que saia a sua justiça como um resplendor, e a sua salvação como uma tocha acesa.
E os gentios verão a tua justiça, e todos os reis a tua glória; e chamar-te-ão por um nome novo, que a boca do Senhor designará.
E serás uma coroa de glória na mão do Senhor, e um diadema real na mão do teu Deus.

Isaías 62:1-3
Por amor de Sião não me calarei, e por amor de Jerusalém não me aquietarei, até que saia a sua justiça como um resplendor, e a sua salvação como uma tocha acesa.
E os gentios verão a tua justiça, e todos os reis a tua glória; e chamar-te-ão por um nome novo, que a boca do Senhor designará.
E serás uma coroa de glória na mão do Senhor, e um diadema real na mão do teu Deus.

Isaías 62:1-3


Autor: Gabriel Fernandes
Foto: Brasileiros - fotografias por Gabriel Wickbold (Fonte: http://www.hierophant.com.br/arcano/posts/view/Sonja/1993)


sexta-feira, 4 de julho de 2014

Não é algo sobre anjos



A vida é tão passageira, algo que não percebemos, ou fingimos não conhecer os efeitos que essa “passagem” faz em nossa existência. Somos limitados e limitadores de outros iguais, há tanto tempo busco entender um pouco mais sobre o que nos motiva, mas o que posso entender... Somos caóticos, desumanos, preconceituosos, falsos, destrutivos, corruptos... Pensar em uma evolução de nossa espécie é algo extremamente ineficaz, estamos em um processo de destruição, onde a cada dia vemos as coisas mais absurdas e frívolas acontecerem com os nossos semelhantes, contudo nada mais sentimos, estamos tão acostumados, inseridos nessa autoflagelação de nossa espécie, tudo dentro de uma tosca normalidade que fingimos entender...

O que nos resta esperar... O que esperamos encontrar... O caminho tortuoso desse mundo tem machucado a humanidade que luta para chegar em um lugar que muitas das vezes acreditamos só por pura religiosidade. A nossa fé baseia-se mais em coisas humanas do que esperamos acreditar, sem contar que a nossa religião é algo falido, que caminha para um tortuoso fim, onde tentamos ser apenas um, contudo tudo se torna perigoso e ardiloso demais... Uma bomba relógio que pode explodir a qualquer minuto...

Ás vezes penso em como sobreviver, em como achar a verdade, em como ter essa esperança que tanto me oferecem... Não é algo sobre anjos... Somos seres humanos, corruptíveis, falhos, carentes de libertação, do brilho da santidade de Deus que hoje está embaçada por muitos conceitos religiosos que nos impedem de ver a verdade...

Autor: Gabriel Fernandes